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Sabe quando você está de bobeira e de repente bate uma vontade de escrever algo? Eu estou assim no momento. Não tenho um tema definido, por isso não farei nada para a coluna e já aviso desde já que esse provavelmente não será um texto com muito conteúdo, mas eu estou com vontade de escrever e tenho um blog parado (já que agora sou um universitário que erraria tudo no Show do Milhão), então resolvi juntar o útil ao agradável.


Eu realmente já não tenho vontade de escrever análises. Escrever análises foi uma ideia que manteve o Pausa Pro Intervalo ativo por mais de um ano e foi uma coisa que eu realmente gostei de fazer por muito tempo, mas o tempo passa e as pessoas mudam. Com o tempo, escrever análises foi se tornando um trabalho sem graça, porque por mais que eu quisesse dar aquela dica de conteúdo para as pessoas, escrever todo um texto para uma dica que eu queria dar começou a ficar cansativo e não supria mais a minha necessidade de criar textos.

Com o tempo veio a coluna e com ela eu consegui fazer textos que, podem até me considerar arrogante, eu achei ótimos. Porém a ideia de publicar toda semana foi falha, uma vez que gosto muito de vários textos que escrevi para a coluna, mas alguns foram escritos com temas idiotas pelo simples fato de eu estar sem inspiração para um tema que eu realmente considerasse importante. Sempre dei minha opinião sincera, mas algumas delas eu não considerava tão relevante assim, como a dos esmaltes.

Então eu entrei para um centro universitário (vou usar o termo correto dessa vez) e minha atenção se voltou para os estudos. Análises já não me davam prazer de escrever e de lá para cá só me senti inspirado a escrever um episódio da coluna uma vez (que foi sobre a legalização da maconha). Foi ruim por deixar o blog parado, por outro lado foi bom, tirou um peso das minhas costas e trouxe de volta a minha vontade de escrever, seja lá qual seja o assunto, como estou fazendo agora.

Mas eu quero dar vida ao PPI, escrever mais vezes, porém eu também quero renovar. Não quero mais fazer análises e nem ficar preso escrevendo coisas a cada semana, resultando em alguns textos dos quais não me orgulho. As ideias surgem na minha cabeça, mas não tem nenhuma que venha com tanta intensidade que eu pense "PORRA, É ISSO!", mas eu vou pensar em algo para dar vida ao blog, talvez seja amanhã, talvez leve alguns anos, mas esse espaço vai viver.

Esse foi um texto que eu gostei de escrever. Foi um texto que eu não tinha NADA em mente para escrever, abri o Blogger e as palavras fluíram naturalmente. É assim que eu gosto, eu gosto quando as coisas acontecem naturalmente, quando eu não faço algo por imposição (principalmente vinda de mim mesmo). Enfim, esse texto foi criado simplesmente por eu estar com vontade de escrever, espero que eu ainda tenha essa vontade muitas vezes e que escreva muitas coisas aqui, até.
Com a faculdade eu quase não tenho tempo de postar mais no Pausa Pro Intervalo, mas em época de eleições, tem coisas que são interessantes de se falar e hoje vou dar a oportunidade para que vocês leiam um texto a favor da liberação da maconha vinda de uma pessoa que se considera de direita e vou dar minha opinião sobre o assunto, que já adianto que é apenas opinião, não tenho nenhum estudo para falar das coisas que serão ditas aqui.


Inicialmente, já adianto que não uso e nem pretendo usar maconha (assim como não fumo cigarro comum), além disso, como eu disse no inicio do texto, me considero de direita e candidatos de esquerda não me representam (aqui no Rio de Janeiro, o candidato em questão é o Freixo), porém eu já disse uma vez no Pausa Pro Intervalo que nós devemos saber filtrar o que tem de bom, independente de ser de esquerda ou direita, não devemos ser tão binários a ponto de achar que outras ideologias são absolutamente ruins e não possuem nada de bom. Uma das propostas da esquerda que eu adoraria ver a direita adotando, é a liberação da maconha.

Eu não vou falar mal de quem utiliza maconha, porque por mais que eu repudie essa atitude por beneficiar o tráfico, tenho amigos que usam, são ótimas pessoas e usar maconha não chega a ser crime, então vamos fazer esse texto dizendo que o usuário não deve ser condenado, porque eu sei que essas pessoas trabalham, não roubam e nem matam, com isso já podemos dizer que a maconha não é uma droga perigosa.

O ponto principal que eu acredito ser a vantagem de ter a maconha legalizada, é que isso pode gerar receita para o país. Na ilegalidade existem muitos usuários, talvez legalizando a maconha até aumente, mas pensem, quanto de imposto o Brasil está deixando de ganhar não legalizando a maconha? E do lado contrário, do tráfico, eles perderiam boa parte de sua renda dos usuários que vão preferir algo legalizado.

A legalização da maconha também é bom, obviamente, para os seus usuários que não serão mais marginalizados. O produto legalizado, pode ter um aumento enorme de qualidade, uma vez que é válido vender, empresas podem investir nisso e fazer "um baseado" de qualidade para os usuários. A duvida que fica é: Legalizando a maconha e colocando imposto sobre ela, não vai deixar mais caro? Essa é a parte mais sem embasamento do meu texto, porque é só o que eu acredito, mas o traficante não tem muita concorrência, por ser algo ilegal não é de tão fácil acesso, agora se tivesse marcas que vendessem maconha, em supermercados, jornaleiros e farmácias, será que ficaria mais caro?

Enfim, essa foi só minha opinião sobre a legalização da maconha e eu fiz esse texto pensando apenas no uso pessoal de cada indivíduo, nem chego a discutir outras coisas como uso medicinal. Por fim, quero reforçar que esse não é um texto para fazer alguém simpatizar com a esquerda, mas sim um texto para quem é de direita ver o que tem de bom na esquerda e se possível, implementar em sua vida. Se você concorda ou não, se tem alguma coisa a adicionar, deixe aí nos comentários.
Galera, a realidade é que agora que comecei faculdade e academia está impossível manter as postagens semanais (e de forma que eu goste de postar), por isso eu estou fazendo esta breve postagem para avisar que o ritmo de postagens vai dar uma boa diminuída. O Pausa Pro Intervalo não irá fechar e sempre que eu tiver uma ideia, vou postar aqui.

Bom, também vou deixar avisado que se qualquer pessoa estiver interessada em participar do blog como redator e assim dar mais vida ao PPI, o espaço está de portas abertas e mesmo com meu tempo bem cheio vou tentar arrumar tempo para conversar sobre e auxiliar no que eu puder os possíveis novos integrantes.

Por hoje, infelizmente é só, já deixo avisado que essa quarta não teremos coluna e não sei dizer quando vai voltar a ter postagens, mas garanto que mesmo que com menos força o PPI vai continuar andando.


Logo em minhas primeiras semanas criando textos para minha coluna, eu, que ainda era aluno de pré-vestibular, escrevi um texto (Método de Ensino) do quão ruim é o jeito de ensinar que normalmente encontramos em nossas vidas, mas ao entrar para uma faculdade (Celso Lisboa) vi toda essa forma de ensinar que eu considero ruim ir por água abaixo. Lembrando que eu faço um curso de gestão (administração) e chegaram a dizer que certas matérias não tinham como melhorar, que era somente aquele jeito, hoje eu vim dizer que não é assim. Hoje eu vim falar bem desse método de ensino, assim como eu falei mal do convencional.


Ao seguir para minha primeira aula de administração, já entrei na sala sem entender muito bem o que estava rolando, porque invés de várias carteiras enfileiradas com um quadro na frente, me deparei com diversos grupos de carteiras separadas em grupos (cerca de 7 carteiras juntas em grupos espalhados pela sala) e mesas com computadores e 7 cadeiras em volta, além de 4 televisões presas ao teto (uma apontando para cada parede da sala). Admito que meu primeiro pensamento foi "uou, que legal".

Logo que a aula se iniciou, foi explicado aos alunos que a Celso Lisboa estava aplicando um novo método de ensino nos cursos de gestão (administração, contabilidade e etc.), denominada LIGA e que nela não existia aquilo de um professor ficar escrevendo no quadro e os alunos calados prestando atenção, na LIGA, os alunos seriam pontos chaves da aula, sempre falando com o microfone e participando ativamente. Além disso, na LIGA foram abolidos os tempos de aula, temos somente uma aula com as mesmas professoras o tempo todo e teremos aulas programadas para nos ensinar tudo aquilo que precisamos, que serão os conhecimentos usados para resolver problemas reais de empresas. Agora é possível dizer que esse método é ruim? Não. Nós vamos aprender aquilo que precisaremos para resolver os problemas propostos e não um punhado de matéria que já teríamos esquecido no último período, porque como disseram, nunca vão chegar em uma empresa e te chamar assim: "Vem cá, vamos fazer uma reunião sobre matemática financeira 1".

Dentro do método de ensino normal, normalmente se trabalha sozinho e vez ou outra temos um trabalho em grupo que faz as pessoas se organizarem. Na LIGA não é assim, em uma empresa você não trabalha sozinho, nem em sala de aula, 80% da avaliação é feita em grupo, somente 20% é feita totalmente individual (digo isso literalmente, a única coisa individual que fazemos valendo nota é um quiz/provinha valendo 2 pontos de 10, deixando os outros 8 pontos relacionados ao problema que precisamos resolver em grupo). Continuando a falar dos grupos, eles são fixos, definidos por proximidade de moradia (de modo que facilite o encontro fora do centro universitário) e serão compostos pelos mesmos membros até o final do núcleo/período.

O mais surreal é que o professor tem uma participação muito pequena dentro das aulas. O material de estudo fica disponível online para podermos abrir em casa e em aula (na aula sempre é aberto) e com base nele respondemos o quiz que nos dará nota e só depois uma das professoras fala um pouco sobre o tema da aula (quase sem sair do material dado), mas a maior parte do tempo de aula se dá em debates entre os alunos, seja dentro ou fora do grupo e o "surreal" nisso é que funciona, se me perguntassem ano passado se eu aprenderia algo em uma aula com cerca de 120 alunos que passam mais tempo falando que os professores e quase não utilizam o caderno, eu diria que isso é loucura, mas hoje eu sei que é real.

Acho que só pelo que eu escrevi, já dá para ter uma ideia do quão incrível é essa mudança para mim, poderiam se perguntar se eu não estaria odiando fazer administração quando minha primeira opção é jornalismo, mas eu estou gostando muito e se um dia eu fizer jornalismo, tenho certeza de que ficarei triste por precisar passar pelo velho e chato método de ensino novamente, já tendo experimentado um que é bom e tem se provado eficiente.

Esse texto serve para mostrar que é sim possível melhorar a forma como somos ensinados, que fugir do padrão pode ser muito bom e vou fechar esse texto com as perguntas: O que achou desse sistema de ensino que descrevi? O que acha que poderia ser uma melhoria ainda maior? Não deixe de comentar.

 
Recentemente adquiri a HQ Justiceiro: 6 Horas Para Matar, passando a possuir pela primeira vez uma HQ do meu personagem de quadrinhos preferidos (embora ele tenha feito uma aparição interessante em Guerra Civil) e claro que eu viria aqui fazer uma análise.


Tudo começa quando Frank Castle, o Justiceiro, está investigando um sistema de tráfico infantil na Filadélfia, porém ele é surpreendido e capturado. Quando acorda, seu captor o envenena e informa que ele deveria matar um homem que supostamente era o chefão do crime, porém o veneno no corpo de Castle o faria morrer em seis horas e ele só receberia o antídoto de completasse sua missão.

Porém o Justiceiro não acredita que exista algum antídoto e que vai morrer de qualquer jeito, então ele resolve passar suas últimas seis horas de vida fazendo um bem para a humanidade e eliminando da face da Terra os piores bandidos da Filadélfia (não seria possível viajar muito).

Os meios de Frank Castle são muito diferentes do padrão herói bonzinho americano, o que o torna um anti-herói, mas provavelmente também o torna um dos melhores personagens de revistas em quadrinhos. Eu simplesmente adoro o Batman, mas quantas vezes ele derrotou o Coringa e o mesmo voltou para matar mais? Isso passa uma grande sensação de impunidade, mas quando se trata do Justiceiro, não há impunidade, como o mesmo diz na série do Demolidor, o jeito dele funciona.

Parando de falar um pouco do personagem e voltando a falar da história em si, em 6 Horas Para Matar temos um compilado de cinco HQs diferentes (66-70), que formam um pequeno arco na história, além disso, esteticamente a revista conta com capa dura e um traço realmente muito bom.

Enfim, não preciso dizer que eu recomendo demais, mas deixo claro que definitivamente não é uma HQ para crianças, então não se enganem com o fato do selo da Marvel estar estampado na capa, o Justiceiro é um personagem pro público adulto que leva o selo MAX da Marvel (equivalente ao Vertigo da DC, que estampa histórias com teor adulto), mas tirando isso, deixo a minha recomendação.



Hoje eu vim para mostrar os itens do Nerd Loot 12 (primeiro que peguei) e de quebra de uma HQ nova do Justiceiro/Punisher (que é meu personagem de quadrinhos preferido). Tentei gravar um vídeo com a webcam, mas ficou péssimo, então dessa vez terá só postagem no blog falando sobre cada item em questão. Então vamos começar!



Parte de dentro da caixa..

Para dar uma noção do quanto gostei desse Nerd Loot, já adorei a caixa, que é muito bonita, com uma de suas "paredes externas" ilustrada com armas medievais, como espadas e arcos, a "parede interna" conta com a ilustração do tema e o fundo com é todo desenhado com dados D20, coisa que eu gostei bastante.


Acho que o ponto alto do Nerd Loot e de serviços parecidos no Brasil são as camisas. Eu realmente gostei muito dessa, com uma estampa intitulada pela própria Nerd Loot como "Dungeons & Humans", onde podemos ver dragões jogando RPG com miniaturas de humanos. Só senti falta de um pouco de cor na estampa, mas ainda achei linda.




Se tem uma coisa que, para mim, pode competir com uma camisa pelo posto de melhor item da caixa, essa coisa é um livro. Nessa edição de aniversário, o autor de A Bandeira do Elefante e da Arara resolveu lançar o romance, que se passa no Brasil Colonial, na edição de 1 ano do Nerd Loot, sendo o único item que não foi uma surpresa por ter sido anunciado antes, mas o marcador de página foi algo que eu não sabia que viria.



O Iron Collection que foi iniciado nessa edição provavelmente é o item mais polêmico da caixa. Muitas reclamações de miniaturas que vieram quebradas (porém o pessoal da Nerd Loot se prontifica a trocar, então está de boas), por sorte a minha veio inteirinha. Gostei muito tanto da miniatura quanto da moeda (adoro moedas personalizadas), tem um símbolo representando a classe do mago em baixo da miniatura e do outro lado da moeda, mas eu fui noob e não tirei foto. Não gostei muito de existir 3 diferentes e aleatórios no mesmo loot, primeiro porque acho que todas as caixas deveriam vir iguais, assim ninguém se sente injustiçada por pensar que recebeu um item pior do que outra pessoa e segundo que por ser uma coleção, eu gostaria de ter todos (caso eu realmente siga assinando) mas vindo mais de um em cada loot fica quase impossível. Outro problema é a caixa, que apesar de detalhes bem desenhados e bonitos é bem frágil e não aguenta nem segurar as coisas dentro, então tanto as minhas quanto de alguns vídeos que eu vi vieram vazias com seu conteúdo espalhado pela caixa, então vamos melhorar essa caixa e essa espuminha parar segurar os itens.



Como já acredito ser de costume, a caixa traz dois pôsteres, um com a ilustração do tema atual com a parte de trás falando o que veio no loot e outro com sem nada atrás, com material mais duro e com uma imagem ligada ao tema. Achei os dois lindos, embora tenha gostado mais do que vem com a ilustração do tema, quem faz essas ilustrações está de parabéns. A única coisa que me tira do sério é o fato deles ficarem enrolados, o que torna a tarefa de colar na parede muito mais trabalhosa, mas entendo que seria inviável mandar uma caixa grande o suficiente para caber o poster esticado.


Por fim e definitivamente menos importante, dois porta-copos bem bonitos ilustrando dados D20, mas apesar de ver beleza nesses itens, ainda os considero bobos e nem uso porta-copos (talvez agora eu passe a usar), mas considerando o preço do loot e os outros itens que vieram, isso é um bônus até que interessante (talvez eu coloque na parede junto com os pôsteres).



Por fim, deixo aqui um pouquinho da HQ Justiceiro: 6 Horas Para Matar, que ganhei no mesmo dia que chegou o loot e deixei para abrir junto com o mesmo enquanto gravava, mas como eu disse anteriormente, o vídeo ficou uma desgraça. Como eu não li ainda, tudo que posso dizer no momento sobre a HQ é que ele contém os quadrinhos de Frank Castle a edição 66 até a 70, os traços são maravilhosos e vem com capa dura.

Bem, gostei muito dessa experiência com o Nerd Loot, mas achei que pecaram muito ao fazer um tema que visivelmente se baseia em RPG e não colocar nenhum dado ou livro de RPG dentro da caixa, principalmente se contar que no loot passado teve um livro com um sistema de Game of Thrones, mas nem tudo na vida são flores. O loot foi muito bom, poderia sim ter aproveitado melhor o tema, mas continuou sendo uma primeira experiência boa. Até a próxima.
A internet é uma coisa realmente maravilhosa, com ela podemos conversar com pessoas até do outro lado do mundo, podemos ver filmes, séries e animes, podemos jogar online, fazer compras e mais uma quantidade enorme de coisas, mas tem um momento na vida que eu acho que já aconteceu com todo ser humano, que é aquele momento em que ficamos sem internet, e é dele que falarei hoje.


Muito recentemente minha internet ficou uma droga (só era possível trocar mensagens, mas isso é melhor do que nada) e logo em seguida passou um tempinho sem funcionar, por isso eu quase não escrevi nada para sair nessa semana, mas acabei vendo um filme interessante que usei na análise e agora, na coluna, vou usar exatamente o problema que eu tive, que quase me deixou sem coluna essa semana, para fazer a postagem no tempo certo.

Ficar sem internet é chato, mas por experiência própria posso afirmar que não é o fim do mundo, com um grande estoque de jogos no PC, eu pude passar esse tempo jogando (quase sempre Asteroids Deluxe de arcade) e lendo bastante (Harry Potter), mas admito que devia ter deixado alguns animes, séries ou filmes no PC para ter mais opções na hora do aperto.

Obviamente nem só em casa vive o homem (ou normalmente não), parte do tempo sem internet foi usado indo para a faculdade, fazendo caminhadas para uma vida mais saudável e, basicamente, só. Agora que o feriadão olímpico acabou, acredito que muitas coisas vão surgir, então por hora não tenho muito do que falar sobre o assunto "fora de casa".

Bem, a realidade é que tudo que se torna um vicio, não é legal. Então por mais chato que seja ficar sem internet, se isso é capaz de parar sua vida, está na hora de rever os conceitos. O mundo é enorme, existem tantos livros para ler, tantos jogos para jogar, tantos filmes para se ver e tantos lugares para visitar, com essa repetição de palavra "tantos" eu espero enfatizar que a falta da internet não é o fim da vida, pelo contrário, pode ser a oportunidade de colocar para frente aquela ideia que está encalhada, pode ser que você encontre mais coisas para lazer do que apenas ficar sentado na frente do computador.

Agora chegou a hora de perguntar. E vocês? O que fizeram para passar o tempo sem internet? Se sentem dependente de estar online? Deixe seu comentário que ele irá contribuir bastante com a postagem (e quem sabe, com futuras postagens).
Passei um bom tempo sem internet, então foi por pouco que essa semana não ficou sem postagens, mas por sorte vi um filme que achei muito interessante e que vale a pena ser postado aqui, que é o Gifted Hands: The Ben Carson Story (Mãos Talentosas: A História de Ben Carson), uma biografia de Benjamin Carson.


Como o título do filme já diz, ele conta a história do famoso médico Ben Carson, porém ele pega desde sua infância, mostrando que nem sempre ele foi tão genial quanto em sua vida adulta. O pequeno Ben Carson enfrentava problemas na escola, tirando notas baixas (algumas vezes chegando a zero) e sofrendo bullying dos colegas (que parecem ser pelo fato dele ser considerado burro, porém ser o único negro na escola pode ter alavancado essa questão).

Tudo muda quando sua mãe vai trabalhar na casa de um ricaço com um biblioteca particular e descobre que ele já havia lido quase todos os livros. Após esse choque de realidade, a mãe de Ben e Curtis (o irmão não tão importante para essa narrativa) que já tinha resolvido que os dois deviam aprender a tabuada inteira (o que resultou em um teste de matemática quase gabaritado por Ben), decidiu que os filhos veriam menos televisão e leriam mais livros, o que inicialmente foi encarado como absurdo, mas aos poucos podemos ver o interesse do nosso protagonista crescendo, assim como sua participação e desempenho no colégio.

A narrativa não fica somente na infância de Benjamin, também mostra uma adolescência problemática e finalmente sua vida adulta, onde o mesmo avança para se tornar um médico e consequentemente se torna um, além de mostrar o desenrolar de sua carreira até o feito que o tornou famoso, que foi separar, com sucesso, gêmeos siameses unidos pela cabeça.

"Você pode ser o quiser, desde que lute por isso." é uma frase dita no filme e que mostra-se verdadeira com o desenrolar do mesmo. Você acompanha um garoto zoado por ser burro se transformar em um médico conhecido e por ser uma biografia (ou seja, história real) passa muito bem a mensagem de que todos são capazes de tudo, basta se esforçar.

Enfim, é uma dica interessante, vocês provavelmente não irão se arrepender de ver e para terminar a postagem, acho justo deixar uma imagem do verdadeiro Ben Carson e um trailer do filme aqui comentado.

Cuba Gooding Jr. (que interpreta Ben Carson em sua vida adulta) e o próprio Benjamin Carson.

Estou aqui para mais uma coluna e devo confessar, que cada vez parece mais difícil produzir algo para este quadro, exceto quando sou pego por um pouco de inspiração e as vezes escrevo vários textos de uma vez só, mas por hora, esse não é o caso. Porém, mesmo assim, encontrei um assunto do qual gostaria de falar, que basicamente é uma mensagem dizendo que devemos sair de nossas rotinas.


Seria bastante hipócrita escrever um texto sobre quebra de rotina sem criar uma em minha vida, mas resolvi arriscar coisas novas (pronto, dei um jeito de o texto ao título), começando por uma faculdade de administração que já terei iniciado quando esse texto for ao ar (embora ainda pretenda fazer jornalismo no futuro), seguido das compras de uma webcam e do Nerd Loot atual, com isso quero dizer que o canal do youtube deve ganhar uma movimentada, inclusive com a unbox do Nerd Loot, se a webcam chegar primeiro e, por fim, colei os pôsteres (me coço para não colocar "posters", mas vou tentar seguir o português) em minha parede, o que é a mais singela das mudanças.

Agora que já aproveitei o tema da coluna para contar um pouco da minha vida e apresentar prováveis novidades que estão para chegar no Pausa Pro Intervalo, vou voltar a direcionar esse texto para você, meu caro leito, e dizer o porquê dessa mudança de rotina ser algo bom e que eu recomendo a todos

Atualmente eu já nem acho que rotina seja algo ruim, não deve-se deixar de fazer coisas legais só para quebrar rotina, por outro lado, experimentar coisas novas pode ser muito bom, sentir um prazer novo, se animar com algo que nunca tinha acontecido antes é levemente mais prazeroso do que algo que já é rotina. Não, eu não concordo com Barney Stinson (How I Met Your Mother) e acho que "novo é sempre melhor", mas nesse caso o novo, indiscutivelmente, soma, te dá novas possibilidades e provavelmente vai ser uma animação não muito esperada, o que é bom.

Se você não faz ideia do que fazer para incrementar sua vida, tente coisas pequenas, como colar pôsteres em sua parede, visitar um restaurante novo (se vocês, por algum motivo, ainda não foram ao Subway, eu recomendo), ou quem sabe começar um blog e escrever seus textos para que o mundo toda possa ver, tem uns doidos que fazem isso.

Apesar de não escrever esse episódio da coluna por uma inspiração anterior, ela chegou enquanto eu redigia-o, de forma que se tornou um texto realmente agradável para mim. No episódio anterior, embora o texto fosse sincero, não me agradou e nesse caso, é provável que não tenha agradado ninguém, por isso eu peço desculpas, mas a coluna deve se manter firme.

Por fim, eu pergunto: Vocês estão se arriscando? O que fizeram para sair da rotina ultimamente? Acham que sair da rotina realmente é uma boa ideia? Deixe um comentário com suas respostas e qualquer coisa sobre o texto, sua participação é sempre uma soma no conteúdo do Pausa Pro Intervalo.

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