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O que dá na cabeça desse cara que anuncia o retorno do blog e de repente para de postar? Bem, eu es...

O que dá na cabeça desse cara que anuncia o retorno do blog e de repente para de postar? Bem, eu estava vendo Doctor Who de férias, porque como estagiário e universitário eu acredito que mereça um tempinho para ficar de boas vendo minhas séries, jogando algumas coisas e o que mais der na telha. Entretanto esse período de férias acabou e durante esse tempo também foi pensado qual seria o rumo que o Pausa Pro Intervalo tomaria quando voltasse, então vamos falar sobre isso.

Eu no meu visual mais desleixado para ilustrar o fim das minhas férias.
Uma questão que sempre ficou sem uma boa resposta é: Vocês falam sobre o quê? A verdade é que sempre tentei abraçar o mundo e dava a resposta "falamos sobre tudo", mas ninguém quer saber sobre tudo, as pessoas visitam os lugares a procura de coisas específicas. Fazer administração me ajudou a notar essa falha crítica no blog, que é o fato de não termos uma proposta bem definida e consequentemente também não termos um público alvo, então pro Pausa Pro Intervalo voltar é preciso definir essas coisas.

O que me deu uma luz foi minha "facesérie" Crônicas do Telemarketing, que acredito ter sido a melhor coisa que eu já apresentei na minha vida. A dimensão do PPI é pequena, então o retorno não é grandioso, mas as pessoas estão gostando, elas dão risadas, talvez algumas até se identifiquem. Simbolicamente o CDT foi a ideia que mais deu sentido ao nome do blog, porque por mais estressante que um trabalho em telemarketing possa ser, tem momentos em que eu consigo simplesmente parar e dar umas boas risadas com algo e depois ainda compartilhar algumas delas no facebook, fazendo as pessoas rirem. Isso sou eu levando a minha "pausa pro intervalo" até vocês, é eu transformando um momento em que eu relaxei no momento em que outras pessoas também darão uma relaxada.

Então invés de falar sobre assuntos como política, crimes ou vídeos mostrando genitálias (como eu fiz ano passado) eu quero criar válvulas de escape. Quero fazer textos em que as pessoas cansadas de tanta desgraça no mundo vão poder ler e relaxar. É claro que assuntos sérios ainda poderão ser tratados aqui, mas funcionaria como um off-topic que só aconteceria quando realmente necessário.

Obviamente temos uma dificuldade aqui, eu acabei de definir a proposta de valor do blog, mas com isso eu perco a possibilidade de simplesmente postar qualquer coisa que vier a minha telha, o que resulta em postagens mais espaçadas, porém mais bem pensadas para se encaixar aqui. Sobre o que eu vou falar? Eu ainda não faço a menor ideia, mas existe uma infinidade de possibilidades a serem exploradas, então vamos ver no que vai dar.

É claro que eu não ficaria sem escrever um texto para o ano novo e vamos concordar que 2016 deixou ...

É claro que eu não ficaria sem escrever um texto para o ano novo e vamos concordar que 2016 deixou diversas coisas que ficarão marcadas na história. O Brasil viu um impeachment, o Spider-man esteve junto com os Vingadores, o DiCaprio ganhou o ganhou o Oscar e isso sem contar as incantáveis coisas que aconteceram em nossas vidas pessoais, mas essa postagem falará um pouco sobre o 2016 do blog.


Vou usar essa postagem para falar um pouco do Pausa Pro Intervalo para os espectadores que eu conseguir captar durante essa nova fase pós-reset. Apesar de todas as postagens existirem a partir de dezembro de 2016, o PPI existe desde 12 de janeiro de 2014 e está prestes a completar três anos de vida. Então vamos falar um pouco do que aconteceu com o blog durante este ano.

Hoje eu sou um aluno prestes a ir para o segundo período de administração, mas no começo do ano a minha intenção era fazer jornalismo e por isso eu criei uma coluna onde semanalmente eu dava minhas opiniões sobre a vida, o universo e tudo mais (ironicamente agora eu posto crônicas) e por um tempo foi muito bom, escrevi textos que me agradaram de verdade, porém outros eu achei horríveis e feitos apenas por precisar escrever algo semanalmente, o que começou a me desanimar um pouco em relação a esse "quadro" que eu havia criado.

Eu também mantinha um quadro de analises, onde eu escrevia sobre qualquer coisa que eu achava interessante e quisesse recomendar para as outras pessoas. Por muito tempo as analises foram os pilares de vida do blog, de dez postagens oito eram desse quadro, o que só mudou este ano, quando eu comecei a agendar postagens. O problema é que com o tempo, eu comecei a sentir que tudo que eu escrevia nessa categoria era superficial demais, eu só estava indicando algo e enchendo linguiça, quando eu poderia dizer apenas "jogue isso" ou "veja isso" o que também fez com que eu desanimasse de fazer tais postagens.

Sem animação/inspiração para escrever, acompanhada pela falta de tempo, eu decidi desistir do Pausa Pro Intervalo, lia as postagens e pensava que não era mais aquilo que eu queria fazer, queria começar algo novo, do zero, até que dias depois veio a ideia de resetar o PPI e começar de novo algo pelo qual eu me dediquei durantes dois anos. Sem nenhuma postagem antiga e com uma cara totalmente nova nós voltamos e voltamos para ficar.

Não sei dizer se é porque tudo isso é uma novidade ou se estamos no caminho certo, mas as postagens parecem que são digitadas automaticamente quando eu penso em um assunto e eu acho que é assim que deve ser feito. Não estou nem aí se o que eu escrever será lido por duas ou mil pessoas, o importante é que quando eu leio o que eu escrevi eu ache que dei o meu melhor enquanto escrevia.

E para finalizar essa postagem, desejo a vocês todos um ótimo ano novo e que tudo de bom aconteça com vocês em 2017, todos os seus desejos se realizem e essas coisas clichês que costumamos desejar. Essa postagem saiu meia noite para combinar com o ano novo mesmo, mas ela foi programada para esse horário, porém no momento estou curtindo o réveillon e espero que vocês façam o mesmo. 

Primeiramente fora Temer. Quem me conhece vai estranhar e muito a maneira que escolhi para começar ...

Primeiramente fora Temer. Quem me conhece vai estranhar e muito a maneira que escolhi para começar este texto, não que eu sequer tenha sido a favor do Temer algum dia, mas ficar comentando "fora temer" e "foi golpe" nunca fez o meu estilo. Mas estou aqui para falar de uma lei que o atual presidente Michel Temer sancionou.


Sem muita enrolação, foi sancionada uma lei que permite cobrar imposto de serviços online. Os grandes sites de notícias focam em Netflix e Spotify, mas eu irei mais além e adicionarei a Steam como um provável alvo dessa lei. Essa é a maior merda que poderia ser feita, independente dos motivos alegados para tal, isso só trará prejuízo.

A realidade é que o brasileiro ainda está se desvencilhando da pirataria, nos últimos anos a pirataria no Brasil diminuiu bastante com a ajuda de aplicativos que oferecem um bom serviço de forma que não prejudique tanto o bolso do consumidor, mas ela ainda é forte e com ISS sendo cobrado dos serviços que ajudam o brasileiro a sair dessa lama que é a pirataria, eles vão encarecer e os consumidores acabarão voltando para a pirataria por falta de opção.

Mas voltando ao Temer, é óbvio que o problema não é só ele, assim como não era só a Dilma. Mesmo sendo o presidente, sozinho ele não conseguiria colocar para frente uma coisa tão absurda quanto essa. O pior de tudo, é que os políticos que fizeram isso acontecer, foram colocados lá por causa dos votos da população, mesmo o Temer estava lá por causa dos votos na Dilma, então vamos votar com mais atenção em 2018 e não só para presidente, vamos dar atenção a cada voto que a gente for fazer e quem sabe assim a gente consiga melhorar, nem que seja minimamente, o nosso país.

Sinceramente, é um assunto do qual eu não tenho muito mais o que falar. Esse é o tipo de coisa que a gente vê e começa a pensar em como seria maravilhosa uma vida no exterior e em como o Brasil é uma merda.

Bem, eu sou uma pessoa que é apaixonada por séries, acompanho vinte e três séries em andamento e co...

Bem, eu sou uma pessoa que é apaixonada por séries, acompanho vinte e três séries em andamento e comecei a ver recentemente Doctor Who, no qual eu ainda me encontro no começo da quarta temporada e vendo a sétima temporada de The Walking Dead eu percebi que exitem dois tipos de vilões, aqueles que a gente odeia e aqueles que nós amamos, neste texto eu falarei do segundo tipo.


The Walking Dead é uma das séries que eu comecei a ver a menos tempo, mas se tem um vilão que eu amo ver em cena é o Negan. O desgraçado matou um dos meus personagens preferidos e mesmo assim eu sinto que a série tem um brilho a mais quando está focando nele e é um personagem do qual eu sentirei muita falta.

Mas Negan é apenas um exemplo de vilão que fez eu pensar em uma quantidade enorme de vilões que também são adorados, uma lista que vai muito além das séries, se estendendo para os filmes e animes. Se pegar a série que comecei a ver atualmente, Doctor Who, já existem vilões dos quais eu gosto, como The Master e os próprios Daleks. Nos filmes nós temos o Darth Vader de Star Wars, o Loki de Thor/Avengers (este se encaixa em HQs também) e nos animes temos vilões como Toguro (Yu Yu Hakusho), Saga (Cavaleiros do Zodíaco) e se pegar Death Note, o vilão é o próprio protagonista, o que faz muita gente torcer para este (embora eu prefira o L).

Não quero tirar o mérito de vilões odiados, o Joffrey de Game of Thrones é um personagem incrível (incrivelmente cuzão) e um vilão perfeito, mas não é incrível que consigam criar um personagem que é mau e façam você gostar tanto dele quanto do protagonista (as vezes até mais)? Não é incrível que mesmo o Negan tendo feito pudim de um dos meus personagens preferidos eu já ache ele um personagem mais legal do que o próprio Rick? Joffreys e Umbridges são bons vilões, servem para o papel, mas são aqueles vilões que a gente fica torcendo para morrer logo.

E ainda existem aqueles vilões que acabam caminhando para o lado do bem, se arrependem de suas maldades, viram heróis, mas continuam mantendo aquele jeito de vilão. Um bom exemplo disso é o Vegeta, de Dragon Ball Z. Mas mexendo nas séries que eu vejo, também posso falar de Regina, a Evil Queen (Rainha Má), da série Once Upon a Time e uma tonelada de outros exemplos que eu poderia passar o dia inteiro escrevendo.

A verdade é que bons vilões ajudam a construir o herói. Eu amo o Batman, mas uma HQ com o Joker (Coringa) como vilão me chama bastante atenção. Sem os vilões nós não teríamos as histórias interessantes que gostamos de ler, ouvir ou jogar. Então eu gostaria de saber, qual é o vilão preferido de vocês?

Por fim, vou encerrar essa postagem com uma frase retirada do filme Wreck-It Ralph (Detona Ralph): “Eu sou mau e isso é bom. Nunca serei bom e isso não é mau. Não há ninguém que eu queria ser além de mim”.

Dia 25 de dezembro, o dia em que a maioria das famílias está celebrando o Natal ou o Hanucá (que na...

Dia 25 de dezembro, o dia em que a maioria das famílias está celebrando o Natal ou o Hanucá (que na verdade foi ontem) não poderia passar em branco em um blog que diz ter voltado com tudo, mas o que um ateu, como eu, poderia dizer sobre hoje? Não acredito nessas coisas de Jesus e vindo de uma família católica admito que só conheço o Hanucá por causa da série Friends, então só me resta fazer o que eu faço melhor, expor os meus pensamentos.



Voltando ao título da postagem, eu irei explicar quem é Helio. Helio Bouzan Duran foi meu avô e estou me segurando para não usar eufemismos do tipo "eu o perdi" para dizer que ele faleceu a pouco mais de um ano. Meu avô era aquele cara gordão, apenas de barriga e do tipo que se pudesse estava comendo, então acho que isso já dá uma ideia de como é difícil passar um Natal, com a família reunida e uma quantidade enorme de comida na mesa e não lembrar dele. Sim, eu sei que parece bem idiota lembrar dele por causa de comida, mas me faz pensar em como ele estaria animado agora.

Obviamente ao escrever este texto bateu saudades, um pouco de tristeza e foi preciso parar e respirar fundo algumas vezes, mas minha intenção não é usar o Natal para fazer uma postagem dizendo o quanto eu sinto falta do meu avô e nem uma que vai me fazer ficar triste. Como hoje foi um dia que me fez pensar nele, eu quero fazer um texto falando sobre ele.

Meu avô era um técnico de eletrônica, se algum aparelho eletrônico dava problemas ele era chamado para fazer o conserto, o que inclusive me proporcionou minha primeira experiência de trabalho na vida. Um moleque sem experiência e que só estava lá por ser neto do técnico não servia para muita coisa quando o trabalho era, por exemplo, consertar um portão automático, então eu me limitava a ser o sidekick dele, carregando sua bolsa de ferramentas de um lado para o outro. Tirando o trabalho de carregar coisas, eu era bem inútil naquilo, porém cheguei a aprender algumas coisas como sincronizar um controle remoto com o motor de portão automático ou que aqueles alarmes de garagem possuem uma chave que desliga o seu barulho.

Hoje em dia eu não dou a mínima para futebol, mas quando pequeno eu era torcedor do Vasco, enquanto meu avô era do Fluminense. Um dia o Fluminense chegou na final da Libertadores contra o LDU e a Rádio Globo fez uma promoção sorteando um par de ingressos para assistir ao jogo de camarote (esqueci de mencionar que enquanto estava em casa, o meu avô tinha um radinho de pilha inseparável) e meu avô resolveu arriscar e ganhou, me escolhendo como acompanhante. O camarote foi incrível, era tudo liberado e o espaço era agradável, mas as surpresas não paravam por ali, o pessoal da rádio resolveu sortear uma camisa do Fluminense entre as pessoas ali presentes e eu pergunto: Quais eram as chances da única pessoa que estava ali por ter ganho um sorteio (tecnicamente, eu era o acompanhante) ganhar o sorteio da camisa? Eu não sei, mas ele ganhou e essa camisa está ilustrando essa postagem, porque mesmo que eu não goste mais de futebol, ela representa um dia histórico. Definitivamente meu avô estava com muita sorte nesse dia, só faltou mesmo o Fluminense ganhar a libertadores.

Se tem alguém por quem eu tenho admiração é ele e essa é uma frase que independente de qualquer coisa, não tem como ficar no passado. Ele é uma pessoa que faz com que por mais triste que seja escrever esse texto, eu consiga sorrir enquanto o faço e o mais interessante de escrever este texto inteiro é que até agora, ele é a pessoa que eu mais admiro, mas nunca tinham escrito nada sobre ele, nem uma frase. Agora vocês possuem uma ideia bem básica de quem foi Helio Bouzan Duran e do por que eu ter tanto orgulho deste sobrenome que eu uso para assinar minhas postagens.

Acho interessante a ideia de começar a usar o espaço do blog para falar de assuntos da atualidade, ...

Acho interessante a ideia de começar a usar o espaço do blog para falar de assuntos da atualidade, expor minhas opiniões sobre o mesmo e atualmente o que causou um alvoroço na internet foi o clipe da música "Eu Escolhi Você" da Clarice Falcão e agora eu reforço que darei a minha opinião pessoal sobre o assunto, os comentários estão aí para qualquer um discordar, eu vou adorar debater com alguém sobre o assunto.


Primeiramente eu gostaria de dizer que não tenho nada contra a Clarice Falcão, inclusive acho duas de suas músicas (De Todos os Loucos do Mundo e Monomania) bem fofinhas e até coloquei as mesmas de trilha sonora no meu Spotify enquanto escrevia este texto, mas chega de falar bem de Clarice, não quero parecer que estou soprando a ferida antes mesmo de morder.

No youtube existem várias pessoas que são bem chatas e enchem seus vídeos de palavrões para dar algum impacto ao vídeo, mas no fim é uma mensagem que ninguém prestaria atenção se falada de forma adequada. O que o clipe de "Eu Escolhi Você" faz é apenas elevar essa tática a outro patamar, mostrando nudez. Assim como os palavrões muitas vezes são banalizados e usados como vírgulas, a nudez do clipe é totalmente desnecessária e não combina em nada com a música, que eu nem vou entrar no mérito de dizer se gostei ou não.

Uma dos argumentos que usam ao defender o clipe é que a nudez deveria parar de ser vista como tabu e eu concordo com isso, acho que dentro de um contexto a nudez deveria ser vista com normalidade, assim como o palavrão que eu citei no parágrafo anterior, mas lançar um clipe mostrando genitálias simplesmente por mostrar, onde a única relação com a música são números colados em bundas quando tal número aparece na música, é tosco. Uma justificativa da própria cantora é que o clipe foi feito durante uma brincadeira de amigos na casa dela, mas para lançar algo tão sem nexo assim, não era melhor não lançar nada?

O clipe não é nada de muito monstruoso, são só genitálias e bundas que serviram como uma grande ação de marketing para a música que aparentemente não agradou tanto assim (ainda pretendo ouvir mais algumas vezes para formar uma opinião), mas apesar do marketing em cima dessa polêmica ser grande, achei que esse clipe marcará para sempre um ponto falho na carreira de Clarice Falcão e que pode ter consequências ruins em sua carreira. No mais, humanos erram e para mim foi somente isso que aconteceu, um erro, uma ideia ruim.

Vou usar essa postagem para observar como muitas pessoas são engraçadas, muito binárias, 0 ou 1. Muitas acharam o clipe maravilhoso só por se tratar de uma feminista mostrando partes íntimas na internet e nem criticaram o fato de que a música e o vídeo não se completam. Por outro lado, muitos trataram o vídeo como se fosse o maior absurdo do mundo, como se nunca tivessem visto um pornô em suas vidas. Em nossas vidas fomos ensinados a usar o sistema decimal (de 0 a 9), segundo um antigo professor, isso ocorre por termos dez dedos (essa informação só é curiosa, mas não tem relevância com o assunto em si), então parem de ser tão binários a ponto de endeusar ou endemoniar algo, comecem a analisar mais criticamente o que passa pela frente de vocês.

Mas e você? O que achou do clipe? Também achou a reação que o mesmo causou exagerada? Deixa sua opinião nos comentários, quem sabe a gente não consegue dar ainda mais graça ao texto?

Eu resetei o Pausa Pro Intervalo com a promessa de que eu seria mais participativo em outras redes ...

Eu resetei o Pausa Pro Intervalo com a promessa de que eu seria mais participativo em outras redes sociais e eu o farei, mas venho aqui anunciar meu primeiro tópico de postagens criados exclusivamente para o Facebook, que serão As Crônicas do Telemarketing, mas antes eu falarei um pouco sobre isso.


Bem, recentemente eu comecei a fazer estágio em uma assessoria que presta serviços para outras empresas, desempenhando a importante função de ligar para os clientes com a intenção de oferecer acordos para que os mesmos paguem suas dívidas. Porém isso é só a parte técnica do trabalho, esse texto eu estou escrevendo para explicar um pouco mais o dia a dia do atendente.

Primeiramente eu gostaria de dizer que eu não sei se o termo "telemarketing" está certo para alguém que está cobrando dívidas e não vendendo coisas, porém como o termo se popularizou para quem trabalha fazendo ligações o expediente todo, o manterei no título.

A verdade é que muita gente diz que é horrível trabalhar com telemarketing, o que não é bem verdade, trabalhando como atendente durante um mês eu ganhei ótimas histórias para contar, algumas minhas, algumas das pessoas que sentam ao meu redor. Além disso, é um trabalho pouco cansativo (físicamente), que faz você desenvolver sua fala e além disso, que proporciona muita zoeira, mas caso você fique muito estressado, é só tirar uma pausa para ir ao banheiro dar aquela respirada e voltar para vender ou cobrar mais clientes.

No Facebook eu irei postar todas as pérolas que eu vivenciar a partir de agora, obviamente não informarei a empresa para qual eu trabalho, para onde eu cobro dívidas e muito menos informações relevantes dos clientes (como nome completo), já que uma das coisas que eu não posso fazer no trabalho é quebrar sigílo. E para ilustrar essa postagem eu irei dar alguns exemplos de coisas que já me aconteceram durante o trabalho.

Hoje mesmo (sim, estou escrevi esse texto no mesmo dia que foi postado) apareceu a ficha de um cliente para que eu ligasse e quando eu fui ler o nome do mesmo para deixar recado na caixa postal não deu, tive que colocar no mudo, desligar a ligação e respirar fundo para tentar novamente, o nome do cara era Marciano, eu chamei o meu colega que senta ao meu lado e disse que iria deixar a seguinte mensagem para o cliente: "Alô, alô, Marciano, aqui quem fala é da Terra".

Se tem uma coisa que me faz rir durante o trabalho são alguns nomes, outro dia apareceu uma ficha de uma pessoa chamada Wandarlezon, um dos meus colegas ficou tão incrédulo com o fato de uma mãe dar ao filho tal nome que usou um sistema de pesquisa para ver como a mãe se chamava. O nome da mãe era comum (por isso nem lembro), mas havia uma mulher relacionada com o nome Wandarlet, assumimos que era a irmã.

Mas nem só de nomes criam-se nossas risadas, quando a gente atende alguém, nós devemos escrever no software o ocorrido. Um dia desses estavam me contando que um dos atendentes falou com um cliente que afirmou que falaria com o pai, porém na hora de digitar no programa o mesmo digitou "pau" invés de "pai". Ok, eu entendo que o "i" e o "u" são próximos no teclado, mas me pergunto o que a supervisora diria ao ler a seguinte frase: "Cliente informa que vai falar com seu pau".

Eu ia acabar o texto, mas lembrei de uma decepção que passei durante o trabalho que eu também queria compartilhar. Certo dia faltavam cerca de três minutos para que eu fosse embora, quando apareceu a ficha de um cliente chamado Raimundo Nonato, obviamente eu fiquei muito animado com a ideia de ligar para o professor Raimundo, mas quando eu fui olhar o número do mesmo para discar, a ficha estava sem nenhum número disponível, tentei pesquisar os dados do mesmo e nada. Eu estava disposto a sair do trabalho alguns minutos mais tarde para falar com Raimundo Nonato, mas invés disso eu voltei para casa decepcionado.

Bem, esse texto conta um pouquinho da minha vida e serve de introdução para a nova série de postagens que eu pretendo fazer somente no facebook (principalmente pelo fato de serem textos curtinhos relatando os ocorridos). De verdade, espero que esses relatos divirtam vocês da mesma forma que eu me divirto quando passo por eles.

Assim como uma fênix o Pausa Pro Intervalo chegou ao fim e está renascendo e não simplesmente renas...

Assim como uma fênix o Pausa Pro Intervalo chegou ao fim e está renascendo e não simplesmente renascendo, mas renascendo com mais força. Vamos falar um pouco sobre esse reset.


Decidi que eu deveria resetar o Pausa Pro Intervalo, começar algo novo usando o antigo, reinventando a marca (se eu escrever mais uma frase para dizer que o PPI começou do 0, acho que vocês vão embora. Para quem já viu o blog anteriormente dá para notar que ele está com uma cara totalmente nova, o que talvez seja uma novidade seja o fato de pela primeira vez em nossa história contarmos com o layout pago, o que prova que dessa vez ou quero investir de verdade na marca Pausa Pro Intervalo.

Outra mudança será em relação as redes sociais. Ainda não sei se vou mexer no facebook ou deixá-lo como está, o Twitter eu não gosto e só serve para receber postagens redirecionadas, um Instagram foi criado e eu pretendo usá-lo, e por fim criei um novo canal no Youtube (que pode ser acessado pelas contas padrões dos administradores, invés de ser uma conta somente para isso). Todas as nossas redes sociais podem ser encontradas ao lado direito quando o usuário está com uma postagem aberta e uma parte delas no rodapé do blog. Por enquanto isso é tudo que tenho em relação a redes sociais, mas ainda pretendo expandir (inclusive pro Google+ que já está criado).

A parte de parceiros foi removida, era uma poluição visual que gerava poucos benefícios para ambas as partes, mas manterei as parcerias conceituais como já fazia com blogs como Social Zero, Nação Cucamonga e U-8bits, onde os responsáveis por ambos os blogs costumavam visitar os outros e participar, gerando uma espécie de comunidade blogueira. Na minha opinião isso é bem mais útil do que um  retângulo direcionando o usuário ao blog.

Não é garantia, mas espero conseguir expandir aquela aba de equipe no topo do blog, espero conseguir mais gente para colaborar com o Pausa Pro Intervalo e quero deixar claro que quando digo isso não estou me limitando ao blogger, espero conseguir pensar em diversas coisas que pessoas possam fazer sem necessariamente fazer postagens aqui.

Se isso é uma boa ideia ou a ideia que levará o PPI de vez ao buraco, eu não sei, mas é algo que acredito que valha a pena tentar, se vocês tiverem algum feedback que queiram me passar, é só deixar nos comentários.