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A olimpíada de 2016 provavelmente vai ser um dos assuntos mais polêmicos que veremos no Rio de Janeiro esse ano (as eleições serão outro). Com o evento quase começando, somos quase que obrigados a olhar em volta e perguntar: "Mas o Brasil está preparado para isso?".


Os problemas que antecedem a olimpíada já são bem conhecidos por quase todo mundo, a imagem que ilustra essa postagem não me deixa mentir e retrata o episódio em que uma onça foi abatida durante um revezamento de tocha (eu usei o termo abatida por ser o termo utilizado nos jornais, mas vocês também podem utilizar o termo assassinada, caso prefiram), mas tudo isso está acontecendo antes dos jogos olímpicos, o que me faz perguntar: E na hora?

O texto é programado para sair em uma quarta-feira, mas no dia em que eu o escrevi, eu presenciei um acidente (uma mulher foi atropelada por uma moto), na mesma cidade em que espera-se receber milhares de estrangeiros para os jogos. Acidentes são normais, porém a vítima (que estava coberta com o meu e outro casaco por causa do frio que sentia) teve que esperar mais de meia hora por uma ambulância, sendo que existem um hospital e um corpo de bombeiro próximos ao local do acidente.
Se já está difícil para prestarem socorro para as pessoas que vivem aqui nesta cidade, imagine quando um evento juntar não só diversas pessoas do Brasil aqui, mas diversas pessoas do mundo, de onde vão tirar capacidade para tal? Eu realmente não sei.

Os problemas estão longe de se limitar a acidentes, o crime aqui é constante, ser assaltado é encarado com normalidade. Aqui a nossa polícia é mal paga, chegando ao ponto das viaturas pararem de funcionar por não ter dinheiro para gasolina, fazendo com que os próprios policiais segurem uma placa no aeroporto dizendo "bem-vindo ao inferno" e que as pessoas não estarão seguras aqui.
Recentemente, o estado precisa lidar com ameaças terrorista e de bomba, principalmente com a proximidade dos jogos, mas como a polícia local pode ser capaz de lidar com terroristas internacionais se nem somos capazes de lidar com o crime organizado daqui?

Bem-vindo ao inferno: Polícia e bombeiros não são pagos, quem vier ao Rio de Janeiro não estará seguro.
Mesmo assim, mesmo com todos os problemas que já aconteceram e que podem acontecer, depois deu presenciar um acidente e esperar por mais de meia hora o socorro chegar, eu chego em casa e na televisão começa (realmente, foi quase na mesma hora que cheguei em casa) uma mensagem do presidente Michel Temer dizendo que as pessoas podem vir tranquilas para o Rio de Janeiro.
Bem, eu não acredito que as pessoas possam vir tranquilas para a "cidade maravilhosa", eu que moro aqui decididamente não me sinto seguro e acredito que muitas pessoas compartilham dessa insegurança.

Esse são só um pouco dos problemas que estão rolando, porém existem diversos outros problemas acontecendo como mudanças no trânsito que afetam as linhas de ônibus e restringem a circulação de caminhões. Mas e vocês? Acham que essa edição das olimpíadas pode dar certo? Acho que aconteceu alguma coisa série que eu deveria ter incluído no texto? Fique a vontade para dizer.
"Eu li direito? Duran vai analisar um passo de dança?". Não, eu não vou analisar um passo de dança, ainda não cheguei nesse ponto e essa análise também não é pro filme do Michael Jackson, é para o jogo, mas não o de Mega Drive que a maioria das pessoas conhecem e sim o de arcade, que é infinitamente melhor.


Assim como as outras versões de Michael Jackson's Moonwalker, esta versão é baseada no filme Moonwalker que aparentemente (não assisti) são várias narrativas diferentes, mas vamos ser sinceros, na época dos arcades ninguém jogava algo pela história e sim pela jogabilidade.

O jogo é um beat 'em up com vista de cima, porém invés de dar socos e chutes nos inimigos, Michael solta uma espécie de raio pelas mãos, ou se estiver próximo, ele dá um giro no melhor estilo Crash Bandicoot (na verdade, este jogo é mais antigo que Crash). Alem dos ataques normais, você tem um especial em que você começa a dançar e os inimigos dançam junto e depois morrem. Por fim, o jogo tem crianças amarradas espalhadas pelos cenários que te dão alguma coisa quando são liberadas (como mais um especial) e macacos que te transformam em um robô que solta laser (porém você fica normal ao lançar especial).

Como pode ser visto na ilustração da postagem, é possível que até três pessoas joguem esse jogo em modo cooperativo e todos os jogadores usam o Michael Jackson, variando somente a cor da roupa do mesmo. Uma coisa que dá graça ao jogo, é que ao jogar o multiplayer, se um usar o especial, todos os Michaels da tela fazem a coreografia (que não é sempre a mesma).

Mas a parte que eu mais quero falar é da trilha sonora, que usa versões de músicas do Michael Jackson como Smooth Criminal, Bad e Billie Jean feitas para o jogo (acredito que as pessoas chamem isso de 16 bits). A questão é que as músicas casam muito bem e dão uma animada enorme durante a jogatina, provavelmente uma das melhores trilhas sonoras de um jogo em todos os tempos.

Enfim, esse jogo é extremamente bom, não tem como eu deixar de recomendá-lo, na verdade, eu fiquei espantado quando não encontrei a postagem dele aqui no Pausa Pro Intervalo, porque eu já joguei várias vezes e tinha certeza de que já tinha feito análise. Mas agora, vejam um gameplay do jogo,

Seguindo a onda do nosso parceiro, Social Zero, que tem feito postagens a respeito de RPG, dessa vez eu irei dedicar um episódio da coluna para esse estilo de jogo que mesmo sem precisar de eletricidade, fez e continua fazendo a alegria de várias gerações.

Minha humilde coleção de dados.
Por mais que a gente fale "vamos jogar RPG", o role-playing game não é um jogo em si, é um estilo de jogo, que é jogado (pelo menos nas formas que eu conheço) usando dados, fichas e interpretação, também sendo possível a utilização de mapas e tokens (tokens seriam uma espécie de avatar, o equivalente ao pininho do Banco Imobiliário, que pode representar o jogador e as criaturas), porém sabemos o que temos que fazer? Bem, aí é que começa a diversão!

Existem diversos sistemas criados para se jogar, sendo o mais famoso, o Dungeons & Dragons, que já ganhou diversas adaptações fora das mesas de RPG, como jogos eletrônicos (Tower of Doom e Shadow over Mystara são ótimos exemplos) e até um desenho, que veio pro Brasil com o nome de Caverna do Dragão (esse eu tenho certeza que muita gente conhece), porém existem muitos outros, inclusive alguns brasileiros, dando infinitas possibilidades de jogo.

Os sistemas são livros com regras que ajudam a criar personagens e a saber que dado rolar em determinado momento. Além dos sistemas, temos as aventuras criadas para cada sistema, onde o mestre (narrador do jogo) se baseia para passar a informação para o jogador (os livros são guias, nada impede do mestre mudar as coisas).

Deixando a parte técnica de lado, eu diria que em geral o RPG é único, por ser um jogo interpretativo, te dá muito mais liberdade do que um jogo eletrônico, mas acredito que acima de tudo, é um dos jogos que mais contribuem para o trabalho em equipe, uma vez que além de precisar interagir com os outros jogadores, é preciso que um ajude o outro para poder concluir uma aventura e todos serem recompensados.

Teve uma semana que eu joguei que o grupo estava tão bom, tão introrsado, que parecia que nós eramos invencíveis. Obviamente a gente tinha personagens que se completavam e só pude ter aquela sensação de invencibilidade porque tinham outros jogadores/personagens para me auxiliar caso eu precisasse.

Enfim, tenho jogado presencialmente, levo meus zé pequenos dadinhos para o local e me junto aos outros jogadores na mesa, o que na minha opinião é bem mais divertido do que jogar online, e isso tem sido uma experiência ótima, você interage perfeitamente com pessoas que as vezes você está acabando de conhecer e isso é uma coisa que para quem é tímido deve ajudar bastante

Mas e você? Já jogou alguma partida de RPG? Qual sistema? Qual raça? Qual Classe? Tem alguma aventura memorável para contar? Deixe nos comentários suas experiências com o RPG.
Se tem um jogo que estava a bastante tempo querendo jogar (desde que vi o trailer e ainda não estava completo), é Life is Strange, com a recente promoção na Steam, pude comprar o jogo e NOSSA, explodiu minha mente, de uma forma incrível, por isso, não poderia faltar uma análise.


Em Life is Strange você encarna a protagonista, Maxine "Max" Caulfield, uma estudante que acaba de deixar Seattle, voltando para Arcadia Bay, uma cidadezinha em Oregon (Estados Unidos), que havia deixado a 5 anos, para estudar na Academia Blackwell, especializada em ciências e artes. Max decide ir para Blackwell (e consegue bolsa) pelo fato de Mark Jefferson, um fotógrafo famoso, lecionar arte na instituição.

A vida de Max começa a ficar bagunçada quando ela presencia um assassinato dentro do banheiro feminino, o que acaba desencadeando uma habilidade de voltar no tempo, que ela usa para evitar que o homicídio aconteça, mais tarde descobrindo que salvou Chloe Price, sua melhor amiga da infância, recriando os laços da amizade que a distância e o tempo apagaram, ao mesmo tempo que busca entender a razão e extensão de seus poderes.

Aqui temos um jogo narrativo e em capítulos, como Back to the Future, porém diferente deste (e talvez de outros jogos da Telltale), os capítulos não são jogos isolados e mesmo decisões do primeiro capítulo vão refletir nos últimos. Aliás, Life is Strange é um jogo de decisões, existem diversas decisões que influenciam a história (fazendo com que a gameplay possa ter enormes variações) e mesmo que você possa voltar no tempo brevemente e alterar as decisões recentes, algumas vezes é difícil escolher qual é a que você deveria escolher.

Nesse jogo, você vai se deparar com vários temas recorrentes da sociedade, como bullying, abuso sexual, drogas e depressão, além de outros temas menos sérios, como filmes, séries e animes que ganham diversas referências do mundo real, como Fullmetal Alchemist, Final Fantasy e De Volta Para o Futuro, o que cria uma aproximação enorme entre jogo e jogador, dando a ideia de que aquilo pode ser real.

Sabe aqueles jogos raros em que a trilha sonora faz alguém que não dá muita bola para isso reparar nela? Esse é um deles, o trailer principal na página da Steam já é capaz de demonstrar como o jogo se encaixa perfeitamente com a trilha sonora, a música passa uma sensação incrível e torna o gameplay bem mais agradável.

Esse com certeza é um jogo detalhista, existe muita coisa que não fará diferença na história, mas que torna a mesma mais rica, porém tem coisas que facilitam bastante se prestarem atenção. Teve uma cena em que eu precisava digitar uma senha, por sorte eu tinha anotado de uma parte anterior para tentar usar em outro lugar e veio a calhar, se eu não tivesse feito essa anotação, não sei se conseguiria prosseguir.

Achei interessante o fato de ao final de cada episódio, mostrarem as estatísticas das escolhas principais do jogo, mostrando a porcentagem de jogadores que escolheu cada uma. Isso nos dá uma ideia de que em algumas decisões é fácil saber o que o mundo considera socialmente correto (com diferença de mais de 40%), porém algumas decisões são bem dividias, quase que meio a meio e são realmente as decisões mais difíceis do jogo, porque são as que não apresentam um certo ou errado, gerando grandes consequências independente de sua escolha.

Life is Strange entrou para a minha lista de jogos preferidos, porém se formos contar só os jogos atuais (depois de 2010), ele com certeza é o meu preferido e o que mais me impressionou, tanto mesmo essa sendo uma das minhas maiores postagens (ainda mais se tratando de análises), sinto como se ainda não tivesse sido o suficiente para passar tudo que o jogo é, portanto é o tipo de jogo que eu digo: Joguem!
Enfim, deixar aqui um vídeo do jogo.

Eu adoro escrever textos expressando minhas opiniões sobre a vida. o universo e tudo mais, porém admito que quanto mais eu faço, mais parece difícil (e também gratificante) manter uma coluna semanal, então depois de muito tempo pensando, a minha inspiração para esse episódio da coluna, vai ser aquilo que é feito realmente para inspirar, a arte.



Quando se fala em arte, acredito que a primeira coisa que aparece na mente das pessoas são quadros ou esculturas que ficam expostas em museus. De fato, isso é arte, mesmo quadros do Romero Britto que eu odeio é arte, porém arte não se limita a isso. Filmes, hqs, desenhos, jogos, peças de teatro, tudo isso também pode ser considerado arte.

Na minha opinião, todo o trabalho humano que é capaz de inspirar outros humanos, de passar uma mensagem, de alegrar alguém, já tem o direito de ser chamado de arte. E não existe arte ruim, existe arte que não nos agrada (no meu caso, Romero Britto e gente cagando tinta), porque todos somos diferentes e entendemos o mundo de forma diferente.

Resolvi escrever esse texto porque tenho lido o livro dos bastidores da trilogia De Volta Para o Futuro e visto os filmes do Rocky (Balboa) e eu pude notar a capacidade imensa que essas coisas possuem para me animar, eu via o Rocky lutando e torcia como se fosse uma luta de verdade, acontecendo em tempo real e isso é uma sensação simplesmente maravilhosa, é uma sensação de estar tão atraído pela obra, que você se esquece que ela não é parte da realidade, que faz você vibrar com cada soco que o pugilista interpretado por Stallone encaixa.

Acho importante tentarmos valorizar a arte que possuímos, por isso eu sempre tento ver os filmes que quero no cinema, compro meus jogos, compro meus livros por aí vai. Tem quem diga que é idiotice comprar algo que está disponível de graça na internet, mas não é, se tem algo que é capaz de te trazer felicidade, vale muito a pena contribuir. Claro que as vezes não dá, as vezes é inviável para uma pessoa adquirir um produto original, mas podendo, acho que é legal contribuir com aquilo que te alegra, nem que você economize alguns reais de suas refeições para tal coisa, mas você vai poder dormir sabendo que fez sua parte.

Apesar de ser viciado em séries, livros, jogos, animes e uma penca de outras coisas (inclusive passo horas, as vezes, olhando desenhos no DeviantArt), acho que, em geral, o que mais me cativa são os filmes. Star Wars e De Volta Para o Futuro são franquias pelas quais eu sou apaixonado, o primeiro Karate Kid, Clube dos Cinco, Curtindo a Vida Adoidado e Forrest Gump também são filmes que na minha opinião não podem faltar na vida de ninguém.
Mas minha pergunta é: E para você, leitor, que tipo de arte você gostaria de compartilhar com o mundo?
Recentemente troquei de internet e para testar a potência da minha incrível internet atual (Live Tim), resolvi ver alguns filmes, mas aproveitando os momentos de lazer, faço minhas analises pro blog e assim mato dois coelhos numa cajadada só. A análise da vez será do filme Chappie.


O filme se passa durante um futuro próximo em Joanesburgo (África do Sul), com os níveis de criminalidade alarmantes, levando a polícia a implantar em suas tropas as unidades policiais robóticas criadas por Deon Wilson, que são extremamente bem-sucedidos e diminuem a criminalidade, porém Deon Wilson quer mais, ele deseja criar uma inteligência artificial que possa até superar a dos humanos, porém sem o apoio de sua empresa (que vende máquinas de combate), ele rouba uma unidade danificada e instala o seu programa, assim criando Chappie, um robô com consciência que vai aos poucos aprendendo a falar e se comportar.

Como o nome do filme já sugere, o foco do filme é o robô Chappie, que nasce assim como nós, sem entender nada que está ao seu redor e aos poucos vai aprendendo a falar, sentir e se comportar. O ponto alto do filme é ver o robozinho se adaptando aos humanos, aprendendo com eles (não necessariamente coisas boas) e isso muitas vezes garante muitas risadas, como o fato de Chappie ter um tique de coçar o nariz (sendo que ele nem tem nariz).

O ambiente do filme é interessante, uma cidade em que os bandidos morrem de medo das tropas mecânicas (sonho, não?) e tendo os robôs tão bem integrados com os policiais humanos, que se torna desejável uma realidade daquelas. Isso sem falar do lado científico, a tropa policial não é a única criação no filme e criar um robô com consciência não foi, na minha opinião, o acontecimento mais revolucionário da história (não contarei o que foi para não dar spoiler).

Agora, se tem uma coisa que realmente me surpreendeu no filme, foi o fato de seu elenco contar com o Hugh Jackman. Eu já estava bem convencido de que esse cara era o Wolverine, vê-lo interpretando outro papel foi um espanto, embora eu tenha achado Vincent Moore (personagem de Hugh Jackman) meio sem graça.

Enfim, adorei o filme, me arrancou várias risadas e deixarei minha recomendação para que vocês assistam, além de, claro, deixar um trailer para reforçar a ideia.

Eu movi para semana que vem o episódio da coluna programado para hoje, porque surgiu um assunto realmente inacreditável na internet, recentemente uma página feminista resolveu declarar guerra aos animes, que deveriam ser proibidos e obviamente isso gerou uma resposta negativa dos fãs de desenhos japoneses.


Com a imagem que ilustra essa postagem, a página "Diário de Maitê" também ilustrou a sua, no dia 27 de junho, acusando os animes de serem o machismo em forma de animação, o que gerou uma enorme revolta entre os amantes da cultura japonesa e criou uma guerrinha em que Diário de Maitê ataca os fãs de anime e os fãs de anime bombardeiam as suas postagens.

A grande questão é: Isso é sério? Por trás da página realmente tem uma pessoa que acredita que devam proibir os animes por que eles são machistas? Eu vejo tudo isso e só consigo pensar que é um troll (pessoas que só querem ver o circo pegar fogo) de internet causando alvoroço. O problema é que antes desse episódio, várias postagens condiziam com as postagens comuns de páginas feministas famosas, o que me faz duvidar se isso é real ou não.

Porém, o real problema é a visibilidade que isso ganhou. Se for um troll, ele atirou a bait (em português, isca, é um termo usado para definir quando um troll está tentando agir) mais bem-sucedida de sua vida, que continua gerando frutos para a discórdia. Agora, se realmente for uma feminista levando esse assunto a sério, ela achou um assunto que está dando visibilidade para sua página e está forçando o mesmo desde o primeiro incidente.

Independente de qual seja o real motivo de travarem essa guerra ridícula com essa página no facebook, por mais que vocês xinguem, falem mal, usem o botão "Grr", a única coisa que está acontecendo é "Diário de Maitê" ganhar visibilidade, a melhor coisa a se fazer nesses momentos, é ignorar, é aquela velha frase "não alimente os trolls".

Aos poucos leitores que tenho, podem ter notado que tenho dado a definição de termos comuns da internet como troll e bait, isso se deve ao fato de que eu tenho vontade de poder alcançar todos os públicos, desde o cara que vive na internet e conhece todas essas gírias até o pessoal que passa menos tempo online e desconhece certos termos.

Gostaria de finalizar esse texto dizendo que gostaria de ouvir a opinião de vocês sobre esse assunto e acrescentar uma coisa que acredito que seja importante, que é: Esse caso não deve ser usado para generalizar, compreendo que ao ver uma coisa dessas, seja normal pensarmos que feminista é retardada e que cultura de estupro é idiotice, porém não é bem assim, esse caso retratado aqui não representa um movimento todo (que como todo movimento, tem seus galhos podres), ao ver esse caso pense "ESSA feminista é retardada" e não "TODA feminista é retardada".
É com orgulho que eu venho trazer mais uma análise de HQ (História em Quadrinhos), apesar de Piada Mortal ser uma das histórias mais conhecidas do Batman, não é o motivo do meu orgulho em fazer essa análise, o meu orgulho se dá pelo fato de que essa é a primeira HQ que eu compro e que leio fisicamente (uma história completa), mas vamos a análise.

Foto tirada com câmera de celular ruim.
A história conta com o Coringa elaborando um plano para enlouquecer o detetive Jim Gordon, ao mesmo tempo que faz visitas ao passado de um dos vilões mais adorados das HQs, revelando sua origem (embora agora sabemos que na verdade existem outros dois Coringas) e cabe ao Batman impedir os planos do Coringa e prendê-lo novamente em Arkham, ou quem sabe, dar um ponto final nessa história...

Com roteiro de Alan Moore e arte feita por Brian Bolland, a história, que conta com pouco menos de 50 páginas, impressiona e prova de uma vez por todas que revistas em quadrinho nem sempre são um trabalho feito para o público infantil, graças a sua temática pesada.

Se você estava se perguntando, qual a diferença da versão de luxo, agora chega o momento em que eu digo (baseado nas informações contidas nessa edição, ou seja, nunca toquei a outra). A primeira coisa que a gente nota simplesmente ao tocar a HQ, é que ela é em capa dura (o que é maravilhoso), mas além disso, Batman: A Piada Mortal foi todo recolorido para essa edição e dessa vez ganhou suas cores de Brian Bolland, o desenhista oficial, que dessa vez pode ver sua obra com as cores que imaginou.

Além de mudanças na Piada Mortal em si, a edição de luxo ainda conta com duas histórias extras, que é "O Homem Inocente", escrito e desenhado por Brian Bolland para Batman: Black and White e também conta com a primeira história em que o Coringa aparece, mostrando como foi que ele e o Batman se viram pela primeira vez.

Enfim, essa foi só a minha porta de entrada para esse mundo de colecionador de HQs e eu definitivamente recomendo demais e afirmo que essa edição é linda e conta com uma história incrível, recomendo demais e quem já leu, diz o que achou.


Com as redes sociais que existem hoje em dia, a comunicação se tornou algo extremamente fácil, você vê uma pessoa no outro canto do trabalho/colégio/faculdade e mesmo sem nunca dizer um oi pode chegar nas redes sociais e mandar solicitação de amizade (que normalmente é aceita), mas dessa vez eu quero falar sobre isso.


Eu estava olhando os meus pouco menos de 80 amigos no facebook e estava reparando que em sua grande maioria todos possuem 200, 500 e as vezes até mais de 1000 "amigos" na internet, então eu me pergunto, quantos desses "amigos" de rede social deles são amigos de verdade? No caso desses que possuem mais de 1000 amigos, quantos desses nunca trocaram uma palavra no chat?

Eu começo a lembrar de meu outro facebook que excluí e eu também era assim, centenas de amizades na rede social, mas sendo a maioria descartável. Muitas vezes é conveniente adicionar pessoas dos nossos meios sociais (como trabalhos ou cursos), porém eventualmente deixamos esses meios e continuamos com as pessoas adicionadas, o que não faz sentido. Pense bem, quantas amigos o seu perfil coleciona que são pessoas que foram da sua sala no passado e hoje em dia mal se lembram de sua existência?

Acredito que ainda existe um tipo mais engraçado de "amigo social", que é o cara que não troca uma palavra com você o ano todo (nem por chat e nem por postagem), aí chega no seu aniversário que notifica seus amigos e o sujeito vem te mandar parabéns como se sentisse uma felicidade enorme por você. Gente, se vocês ignoram a existência de alguém o ano todo, não faz sentido mandar feliz aniversário para ela.

Eu sei que as vezes é difícil se desprender do passado e admitir que algo não faz mais parte de sua vida, mas proponho um exercício mental para todos os meus 5 leitores, abram a sua lista de amigos em sua rede social preferida e contem com quantas pessoas vocês desenvolveram uma conversa nos últimos 3 meses e depois se perguntem quantos dos seus contatos você realmente considera amigos.
"Esse Duran que agora só quer saber de escrever coluna e quase não faz mais análise, como se eu quisesse saber de esmalte, quero saber é de coisa nerd". Ok, eu sei que desde que eu comecei com a coluna, as análises diminuíram bastante, mas a culpa nem é das análises, é falta de coisa pra analisar mesmo, mas para compensar a semana passada que ficou sem análise (que agora estou colocando somente nas segundas), hoje eu farei a análise de um dos meus jogos favoritos, que é o Zelda: A Link to the Past.


Na história, o mago Agahnim usurpa o trono de Hyrule e tenta quebrar o selo entre o mundo em que nosso herói, Link (ou o nome que você escolher), e o Dark World (Mundo da Escuridão) feito a muitos anos atrás pelos 7 sábios e para isso, ele precisa raptar as 7 descendentes dos sábios e usá-las para quebrar o selo, missão que já está quase completa, faltando só a princesa Zelda, que nosso herói tem a obrigação de salvar.

O jogo é uma aventura épica, é aquele tipo de jogo que tu começa como um ninguém que precisa jogar arbustos e potes nos guardas e termina como um guerreiro com mais de 20 armas diferentes, magias e matando os chefes do começo com facilidade, o que não deixe de ser comum nos jogos atuais, mas acredito que na época era um dos jogos (excluindo os RPGs de turno) em que o personagem mais evoluí ao longo da jornada.

A trilha sonora desse jogo é uma das poucas que entrou em minha mente durante minha infância e nunca mais saiu, de vez em quando ainda me pego botando a playlist dela para tocar e fico cantarolando e na minha opinião combina muito com a ambientação do jogo, sendo uma música mais pesada quando se está no Dark World.

A jogabilidade é parecida com a de muitos jogos atuais (como God of War), porém em 2D e com uma visão de cima, além de ser um mundo aberto, em que você tem a possibilidade de revisitar os lugares a hora que quiser, contando com diversos itens que você precisa procurar pelo mapa e que você não pega com o desenrolar da história, podendo inclusive terminar o game sem eles.

Enfim, é um dos meus jogos preferidos até hoje, ainda tenho a fita e guardo com carinho e obviamente recomendo a todos que ainda não jogaram que peguem e joguem, se divirtam e me digam o que acharam, mas antes, veja um vídeo do jogo.


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